As consequências de nossas práticas individualistas não costumam trazer resultados positivos para o meio ambiente e nos afastam do pensamento coletivo. Movidos por essa insatisfação, um grupo dinamarquês fundou na década de 1970 um sistema de moradia que valorizava o convívio com os vizinhos e praticava a política do compartilhamento: o cohousing. Este modelo sustentável de habitação foi aplicado em diversos países europeus e norte-americanos e hoje tem sido pauta no Brasil também.
O cohousing é uma espécie de vilarejo privado onde os moradores tem suas casas individuais, porém, privilegiam o espaço comum. Cada comunidade estabelece seus princípios. Muitos prezam por lavanderias, refeitórios e bibliotecas comunitárias; alguns compartilham serviços e meios de transporte como carros e bicicletas, a fim de economizar recursos naturais e aproximar pessoas.
O espírito de solidariedade e a ideia de uma vida mais simples proporcionada pelo cohousing tem, cada vez mais, despertado o interesse nas pessoas por aqui. Você pode acompanhar as discussões no grupo fundado pela arquiteta e urbanista Lilian Lubochinski, na página Cohousing Brasil e Cohousing Sampa.
Veja abaixo alguns modelos de cohousing pelo mundo:
Fonte: Hypeness
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